Estoy Aquí!

Oi amores!

Semana passada fiquei meio distante de vocês, né? Mas como boa virginiana que sou, criei um horário para que assim eu me “obrigue” a vir aqui com mais assiduidade.

Amo fofocar sobre moda, por que diabos eu ia deixar o GG sozinho? Eu hein!

Por hoje só vim deixar esse recadinho e pedir pra vocês me procurarem no instagram do blog @gabigoulartblog e quem quiser pode procurar o meu intagram pessoal, @gabielagoulart! Beijos!

Minha primeira aula de zumba

Tudo começou quando eu decidi que era hora de me livrar da capa de gordura que se emoldurou ao meu corpo durante o último ano.

Tentei diversas vezes, todas falharam. Mas quando tive a estúpida brilhante ideia de fazer zumba com uma turma real (nota da autora: eu fazia em casa, olhando vídeo-aulas no YouTube, sozinha e feliz) para não desanimar, decidi tentar mais uma.

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Não seja boazinha

Não seja boazinha. Ser boazinha exige muito esforço e retorna pouco ou nada. Não é um bom investimento.

Uma pessoa boazinha tem a intenção apenas de agradar, ou melhor, de que as outras pessoas a vejam com bons olhos. Não, ela não faz isso por falsidade ou manipulação. Ela realmente se preocupa com a forma como é vista e com os relacionamentos que possui.

Seja com o namorado.

Seja com a tia.

Seja com o porteiro.

Ela não quer ninguém zangado com ela – ou olhando de cara feia. Na internet, a boazinha nunca fica sem responder ninguém que fala com ela – a menos que seja um desafeto, Deus me livre! – e tem a necessidade de ficar checando o celular pra ver se não está deixando ninguém no vácuo trocando mensagens.

Ela vai além de dizer bom dia a todos: se alguém a pede um favor, mesmo que essa pessoa seja apenas uma conhecida, ela vai lá e faz. No tempo dela? Não. No tempo de quem pediu. Parece absurdo, eu sei, mas o que a pessoa que pediu ajuda vai pensar se ela demorar mais de meia hora pra ajudar? Não, melhor fazer na hora.

Toda essa prestatividade tem um preço muito elevado. Sabe por quê? Quem se esforça demais quase nunca terá o retorno que espera. Porque a pessoa boazinha acha lógico que, se ajudar alguém – e rápido – a pessoa se desdobrará em mil agradecimentos e as duas serão amigas. Mas a pessoa diz “obrigado”, quando muito, e vai embora.

Isso leva a outra consequência: a frustração. Como ela não recebeu o retorno que merecia, se frustra. E, com a frustração, vem o questionamento: “O que estou fazendo de errado? Não sou boa o suficiente?” e a partir daí ela tenta fazer mais e mais. Se doar mais. Ser melhor ainda. VIRAR CAPACHO.

Ora, é da natureza humana valorizar o que vem difícil e desvalorizar o que vem fácil.

Num exemplo prático, nossa garota boazinha mexe com internet, já editou umas fotos no Photoshop mas só. Um conhecido da escola pede um favor (ele não quer explorá-la, mas ouviu dizer que ela é boa com Photoshop). Pede que ela faça uma montagem numa foto dele e arrume seus dentes. A garota nunca mexeu com isso. Ela não sabe fazer isso.

Você é boazinha? Se você respondesse a ele “é claro, vamos ver o que eu consigo”, sim, você é. Se respondesse “eu não sei mexer no Photoshop desse jeito não, o máximo que eu faço é melhorar as cores da foto”, ou algo mais seco, do tipo “não posso te ajudar”, provavelmente não, você não é.

Mas a boazinha, após se prontificar a ajudá-lo, vai chegar em casa, ignorar seus afazeres, ligar o computador e pesquisar tutoriais para fazer o que seu conhecido pediu (note a palavra conhecido. Não é nem um amigo querido). Depois de horas tentando aprender, ela conserta a foto dele e quase morre de apreensão sobre o resultado. Já falei que essas pessoas são inseguras? Ela atrasa suas atividades normais, manda por e-mail a foto ao cara que responde apenas “vlw”. Sim, abreviado mesmo, pra facada ser maior.

No outro dia ele nem olha na cara dela na escola – ou, no máximo, sorri e acena, como os pinguins de Madagascar.

Agora reflita: ela teve esse trabalho todo de graça, por alguém que nem era amigo dela, pra receber uma recompensa tão ridícula como essa? (Não vamos generalizar. Se alguém fizesse algo assim por mim eu seria imensamente grata, justamente porque me encaixo – ou pelo menos me encaixava – no perfil de boazinha.)

Se nossa personagem tivesse dito que nunca fez montagens mas ia tentar, demorasse uns dias e aí sim fizesse alguma coisa na foto dele (sem horas de tutorial, só uma gambiarra mesmo, afinal ninguém vai ver a foto em seu tamanho máximo), o mínimo que ela iria receber é algo à sua altura. Nenhuma expectativa seria frustrada e ela seguiria sua vida bem mais feliz.

Esse exemplo enorme e didático mostra como a vida de uma pessoa boazinha é cheia de problemas e frustrações que poderiam simplesmente não existir. Portanto, mulher, NÃO SEJA BOAZINHA.

Seja educada, mas deixe que as pessoas te deem motivo para isso.

Dê bom dia, mas se seu vizinho estiver a 20 metros do portão, não precisa bancar a chofer e ficar segurando pra ele. Ele também tem mãos.

Não faça tarefas que não sabe só porque alguém pediu. Principalmente se essa pessoa não for muito próxima de você.

Não seja baba ovo. Não exagere nos elogios. Não dê tudo de si por algo que não tenha a ver consigo mesma.

Seja grossa – ou, no mínimo seca, se você for uma lady – com quem for grosso com você. Mas mantenha a educação.

(Esse conselho, minhas queridas, vale ouro. Você não consegue respeito se deixando pisar.)

Não dê a cara a tapa por quem não vale a pena. Mas brigue com unhas e dentes por quem vale.

De vez em quando é necessário ser politicamente incorreta.

Se você não é segura de si mesma, finja que é e os outros acreditarão.

Seja independente e misteriosa. Se você tem um desejo incontrolável de responder a todos, experimente falar menos. As pessoas não dão atenção a quem fala demais.

Não seja boazinha. Seja dona do seu próprio nariz e não se abale por ninguém. E lembre-se: ninguém mais pode fazer isso por você.

(Esse post também serve para os homens. Sei que vocês conseguem trocar os nomes do feminino para o masculino, então não farei isso por vocês.)

Um beijo!

Cultura do Jiloeiro

A Gabriela tá doida mesmo. Fica uma década sem postar e volta falando de jiló. Cadê os vestidos? Maluca.

Minhas aulas voltaram ontem, mas como não sou obrigada só dei as caras por lá hoje. Ninguém gosta de ficar visitando uma sucursal do inferno, não é mesmo? E, como desgraça pouca é boa, já tenho um trabalho pra fazer. Sobre jiló. Meu curso é assim: já fiz trabalhos sobre morango, carne suína, soja, ovelhas e agora… jiló. Só que ao invés de fazer meus deveres estou escrevendo esse desabafo-saudade de vocês.

Odeio ir pra faculdade. Fora a parte de fofocar com minha amiga (oi, Luana!) não tem muita coisa boa pra fazer lá não. Cada dia é um exercício mental de paciência fora do comum. Além do mais, tenho que me segurar pra não fazer essa cara a todo momento:

Enfim, daí eu também pensei que tenho amigos héteros que leem meu blog e que não deve ser nada fácil pra eles entender coisas do tipo moda e delineados. Bem que eu podia escrever sobre outras coisas aqui (dar umas agulhadas neles, talvez?) afinal esse blog é educação e cultura sempre ahahahahaha  Falando nisso, homens, sejam cavalheiros. Não vai ter uma mulher que se preze que vai achar isso ruim. Ser cavalheiro anula, por exemplo, ser monocelha, ou ser desajeitado. Não sei explicar, só me obedeçam. Doidos.

Tenho mais uma dica! Não fumem cigarro de palha (nem qualquer outro, mas especialmente de palha)

Bom jiló pra vocês!